quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Promove Araraquara

O programa Promove da produtora de videos araraquarense Rauer Multimídia veio até Bueno de Andrada conferir de perto nossos sabores e aproveitou para bater um papo com a idealizadora das Coxinhas Douradas, Sônia Freitas. Confira!!

terça-feira, 22 de abril de 2014

Como chegar

Pessoal aqui está nossa localização e avaliação do público no FourSquare!

E essa é uma das rotas criadas por um nossos queridos clientes motociclistas para chegar até nosso estabelecimento. Confiram ;)


Visualizar Rota para Coxinhas Douradas em Bueno de Andrada - São Paulo em um mapa maior

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Ana Maria Brogui

Tivemos o prazer de receber em nosso estabelecimento o Caio Novaes apresentador e cozinheiro do Ana Maria Brogui, o primeiro programa de receitas do youtube. Ele está em busca da melhor coxinha do Brasil e pela fama foi conferir as nossas Coxinhas Douradas de Bueno de Andrada, uma pena foi ele não ter provado o nosso tradicional molho de pimenta, que acompanha perfeitamente o salgado e nem os demais sabores, que também fazem grande sucesso entre o público. Mas ficamos felizes por sermos escolhidos entre as melhores concorrentes ao título de melhor coxinha do Brasil. 
Confiram o Video:

domingo, 23 de junho de 2013

Na Capa da Folha

A Folha fez uma matéria muito interessante em Janeiro sobre alguns quitutes famosos do interior de São Paulo e ficamos lisonjeados por sermos lembrados. A foto do fundo do nosso blog foi retirada dessa matéria.

"Em Bueno de Andrada, distrito de Araraquara, o destaque são as coxinhas de frango. Quem chega à região logo suspeita da quantidade de carros ao redor da praça do distrito, que tem só 450 moradores. Ali está a Mercearia Freitas, que vende cerca de 2.000 coxinhas por dia.
Os salgados foram a galinha dos ovos de ouro da família Freitas. Neto dos donos de um armazém na região, Paulo Roberto de Freitas, 56, viu seu negócio perder dinheiro nos anos 80 com a concorrência dos supermercados.
No fim dos anos 90, Freitas decidiu apostar em um bar. Para isso, contou com uma sacada da mulher Sônia Maria Pirolla de Freitas, 56.
Insatisfeita com os salgados que comprava para revender, Sônia foi para a cozinha. Comprou frangos, cozinhou-os, desfiou-os e testou diversos temperos, até chegar na mistura que considerava ideal -a receita do recheio é segredo até hoje.

DOURADAS
As coxinhas foram alçadas à fama em março de 2001, quando o escritor Ignácio de Loyola Brandão publicou uma crônica no jornal "O Estado de S. Paulo" intitulada "As coxinhas douradas de Bueno de Andrada".
"Saborosa, massa de batata, crocante, recheio generoso, frango desfiado em quantidade, bem temperado", escreveu Loyola.
"Dias depois, formou-se uma fila com sete pessoas", diz Sônia. "Num lugar que nunca tinha ninguém, aquilo era uma multidão."
Hoje, a fila é quase constante. Além dos clientes, os tipos de coxinha também se multiplicaram -são mais de dez. Tem a tradicional, de carne-seca, de bacalhau, de camarão, entre outros sabores."

 Confira essa outras matérias sobre as Coxinhas Douradas de Bueno nos links de Imprensa, site e blogs.




terça-feira, 16 de abril de 2013

Mais Você

Fomos destaque no programa Mais Você da rede Globo em Fevereiro de 2007.
"Essa é a famosa que é difícil comer uma só" Ana Maria Braga


Confira a receita postada no site oficial do programa:
Mais Você

As Coxinhas ganharam fama nacional após a publicação de uma crônica do ilustre araraquarense Ignácio de Loyola Brandão pelo Estadão, intitulada de "As Coxinhas Douradas de Bueno de Andrada" As palavras aguçaram o paladar dos leitores, que foram divulgando no famoso boca-a-boca e mostraram a credibilidade do autor que batizou essa iguaria brasileira. Sabia mais no nosso site.
Coxinhas Douradas

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Saudosa Crônica

Essa é a tal crônica do ilustre araraquarense Ignácio de Loyola Brandão pelo jornal Estadão, intitulada de "As Coxinhas Douradas de Bueno de Andrada" suas palavras aguçaram o paladar dos leitores, que foram conferir de perto, aprovaram e passaram a divulgar no famoso boca-a-boca, revelando a grande credibilidade do jornal e do autor que batizou a iguaria.
Crônica original digitalizada Estadão Caderno 2 - Ignácio de Loyola Brandão - 23 de março de 2001 
As Coxinhas Douradas de Bueno de Andrada 

 "Imagens de uma manhã de domingo. Nas proximidades do cemitério dos Britos, em Araraquara, um homem cavalga, garbosamente, um tordilho. Atrás dele, veloz, vem um menino de bicicleta. O menino ri e segura na cauda do cavalo que galopa, indiferente, puxando seu reboque. Logo depois, estamos na estrada vicinal que conduz a Bueno de Andrada (é Andrada mesmo). Os trilhos da antiga Estrada de Ferro Araraquara (EFA, depois Fepasa, hoje Ferroban, amanhã ninguém sabe) passam por um aterro. De pé, junto aos trilhos, a morena de cabelos longos, blusa lilás brilhando ao sol, penteia os cabelos. Sorri olhando o céu, talvez esteja feliz. A escova desce lenta e sensual pelos cabelos. Abaixo, um carro com as portas abertas. Por que ela veio pentear os cabelos em cima do aterro? Quem é? Lerá esta crônica, saberá que é ela? Doces mistérios dominicais. 

      A estradinha que conduz a Bueno atravessa uma região de um verde intenso, variado. Pastagens em tom pastel, capões de mato verde escuro, pequenos canaviais, árvores isoladas, uma colina. Penso na mania que temos de dizer: "Ah, preciso ir à Toscana, a Toscana é linda." Lindíssima, concordo. No entanto, aquele trecho que conduz a Bueno e Silvânia não fica devendo. Foram 15 minutos de deslumbramento. O tempo parado. Aqueles momentos que penetram e trazem paz. Ou seria também o reencontro com a raiz? O belo está tão perto, ao alcance da vista, basta sair de casa. 

         Bueno de Andrada é uma pequena vila, três ou quatro ruas, silenciosa, limpa. Uma igreja resplandecente, verde, o sino dourado polido. Criança, eu vinha até aqui uma vez por mês para ajudar missa. Havia um pessoal que tomava conta da igreja, mãe e filha, a filha era belíssima. Esqueci o nome. Onde estará? Quem era? Ainda mora em uma dessas casas? Debaixo de uma árvore, quase defronte da estação ferroviária restaurada e transformada em subprefeitura, uma árvore copada. A Ferroban, há dias, quase destruiu parte da estação, um patrimônio. Vai consertar? Na manhã de domingo, um grupo de homens joga truco. Um e outro carro passa em direção a Silvânia. Dali para a frente a estrada é de terra. Enlameada pelas chuvas, os motoristas cuidam para não sair do trilho, preocupados com o "facão" que pode comer o veículo por baixo. Brasil que ainda existe. Bucólico, calmo, o relógio inexistente. 

Brasil que pensávamos estar perdido e está ali, preservado. Uma venda. Bar e Mercearia do Freitas. Solitária. Homens tomando cerveja na manhã de domingo. O garoto compra uma garrafa de pinga: "Marca aí pro pai." Uma senhora anota num pedaço de papel cheio de outras contas. Nem é caderneta. É papel de pão. Confiança dos dois, do freguês e do dono. Brasil que pensávamos desaparecido. Há poesia, não nostalgia. 

         Numa estufa, coxinhas douradas. Nunca tive medo de comida de bar. Claro, nunca ousei experimentar ovo empanado ou asas de frango gordurosas. A coxinha me atraía. "Quem faz?" A senhora respondeu, orgulhosa: "Eu." Pedi uma, era saborosa, massa de batata, crocante, recheio generoso, frango desfiado em quantidade, bem temperado. Letícia, minha sobrinha, comeu duas, considerou almoçada. Cervejas eram abertas, desapareciam nas gargantas. Manhã quente. Pedimos uma cerveja branca e uma preta. Geladas, perfeitas. Ah, não tinha Niger, nossa Guinness. Não sei o que acontece com a distribuição dessa cerveja. Difícil de encontrar. Raridade. Uma tarde, fui com o escritor Deonísio da Silva a Ribeirão Preto ver AFE x Botafogo. Foi ali que ele descobriu a Niger, ficou fã, mas reclama igual: "Nunca tem em São Carlos." 
          Em torno de nós, a mercearia do Freitas, pequena, limpa, nenhum resquício de pó, chão de vermelhão. Nossas cozinhas na infância eram de vermelhão. Foi coisa de pobre, hoje é tendência de decoração. Está nas revistas chiques, na Casa Vogue. No Freitas, há cadernos escolares, panelas, tênis, bebidas, de tudo um pouco. Minimercado. Uma venda daquelas antigas, centro de abastecimento, ponto de encontro. Brasil que ainda existe, se conserva. Atualizado e, felizmente, antigo. Meu tio José, com 75 anos, ex-ferroviário, lembra-se que, quando chefe-substituto de estação em Bueno, ia comer no Freitas. Portanto, a vendinha é tradição. E como jornalismo hoje é serviço, dica, dou a minha. Na manhã de domingo, fuja para Bueno de Andrada, peça todas as coxinhas da estufa, abra cervejas, perfeitamente geladas, sente-se debaixo da árvore, deixe o tempo passar, sem tevê, sem o horrendo Gugu, sem a Xuxa insípida, sem o futebol lixo. Já pensaram em não fazer nada, nada mesmo? Ah, bom para gente estressada. Ou, como diz aquela parente, espressada. Mistura de estresse e pressa. Ela tem razão."  


Saiba mais sobre esse grande autor em seu site oficial: Ignácio de Loyola Brandão
ele escreve ás sextas-feiras no Estadão, leiam também:

terça-feira, 6 de julho de 2010

Sejam Bem-Vindos!!!

Olá Amigos,
Esse nosso blog leva até vocês algumas curiosidades, matérias e reportagens sobre as Coxinhas Douradas, que são produzidas com muito carinho por nossa equipe no interior de São Paulo, especificamente no Distrito de Bueno de Andrada, no Bar e Mercearia Freitas.


Venham nos conhecer para provar as melhores Coxinhas :)


Rota do centro de Araraquara-SP até Bueno de Andrada.



Qualquer dúvida entre em contato: